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Top 10 os melhores filmes de suspense!
Para quem me conhece, não é novidade que meu gênero favorito no cinema é suspense. Veja bem, eu digo SUSPENSE e não TERROR. Terror é muito bom, pelo menos eu amo, mas suspense, aquele filme que te deixa presa(o) do início ao fim, com um bom enredo, tentando "adivinhar" a "grande charada", esse tipo de filme me ganha completamente, por isso hoje resolvi fazer uma listinha com os 10 que eu mais gostei. Muitos filmes bons ficarão de fora, mas se vocês gostarem da lista, eu faço uma parte 2.

Exceto pelo primeiro (identidade), os filmes não estão na minha ordem de preferência e o texto abaixo NÃO CONTÊM SPOILERS, podem ler tranquilos, são apenas sinopses + a minha opinião pessoal sobre eles.
Identidade - Uma violenta tempestade faz com que um grupo de pessoas busque abrigo em um motel desolado, gerenciado por um jovem bastante nervoso (John Hawkes). Entre eles estão um motorista de limusine (John Cusack), uma estrela da TV da década de 80 (Rebecca De Mornay), um policial (Ray Liotta) encarregado de escoltar um assassino (Jake Busey), um casal de recém-casados (Clea DuVall e William Lee Scott) e uma família em crise. De início todos se sentem aliviados por encontrarem um lugar para ficar em meio à tempestade, mas logo entram em pânico ao perceber que, um a um, todos estão sendo assassinados em nome de um misterioso segredo que une a presença de todos naquele lugar.

Bom, esse sem dúvidas é o meu filme preferido de suspense, pois de TODOS, foi o único que eu não consegui descobrir quem era o(a) assassino(a) e isso em um filme de suspense é fundamental. O filme tem que te prender e esse me prendeu e me fez pensar como nenhum outro. Sem falar no clima chuvoso, de noite, com umas 10 pessoas desconhecidas no mesmo lugar. O final é MUITO surpreendente. Talvez um pouco surreal, mas com certeza surpreendente.

A orfã - Kate (Vera Farmiga) e John Coleman (Peter Sarsgaard) ficam arrasados devido a um trágico aborto. Apesar de já ter dois filhos, Daniel (Jimmy Bennett) e a surda muda Maxime (Aryana Engineer), o casal decide adotar uma criança. Durante uma visita a um orfanato, os dois se encantam pela pequena Esther (Isabelle Fuhrman) de nove anos e optam rapidamente por sua adoção. O que eles não sabiam é que estranhos acontecimentos fazem parte do histórico da menina que passa a se tornar, dia após dia, mais misteriosa. Intrigada, Kate desconfia que Esther não é quem aparenta ser, mas devido ao seu passado de alcoolismo tem dificuldades de provar sua teoria.

O que falar da Orfã? Ela é a personificação do capeta e não, isso não é um spoiler, pois nos primeiros minutos do filme isso já fica claro ao público. O menina ruim. Mas o filme consegue te surpreender, pois durante todo o filme, a pergunta que mais fazemos é: "Como uma criança pode ser assim?" a resposta vem no final...

Garota exemplar - Amy Dunne (Rosamund Pike) desaparece no dia do seu aniversário de casamento, deixando o marido Nick (Ben Affleck) em apuros. Ele começa a agir descontroladamente, abusando das mentiras, e se torna o suspeito número um da polícia. Com o apoio da sua irmã gêmea, Margo (Carrie Coon), Nick tenta provar a sua inocência e, ao mesmo tempo, procura descobrir o que aconteceu com Amy.

...E por falar em menina ruim... essa "garota" é mais diabólica do que podemos imaginar. O desaparecimento da Amy é o que os especialistas chamam de "crime perfeito". É impressionante que alguém consiga pensar em tantos detalhes para cometer um crime e não ser pego pela polícia.

A pele que habito - Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair. O cirurgião pensa que a filha foi estuprada e elabora um plano para se vingar do suposto estuprador.

A única falha do filme é que você descobre o "grande mistério" antes de chegar na metade da trama e isso é desanimador. É simples descobrir o mistério. Se prestar atenção nos detalhes iniciais, é só somar 1+1 e chegar ao resultado. Mas isso não quer dizer, de maneira alguma que o filme seja ruim. Amor, tem o Antonio Banderas, o filme seria bom de qualquer jeito. O enredo é bom e os atores melhores ainda. Quando você descobrir o tal mistério, vai ficar chocado(a). Muito chocado(a)!

Ilha do medo - 1954. Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) investiga o desaparecimento de um paciente no Shutter Island Ashecliffe Hospital, em Boston. No local, ele descobre que os médicos realizam experiências radicais com os pacientes, envolvendo métodos ilegais e anti-éticos. Teddy tenta buscar mais informações, mas enfrenta a resistência dos médicos em lhe fornecer os arquivos que possam permitir que o caso seja aberto. Quando um furacão deixa a ilha sem comunicação, diversos prisioneiros conseguem escapar e tornam a situação ainda mais perigosa.

É um dos filmes mais insanos e intensos que eu já vi. Além da atuação maravilhosa do Leonardo DiCaprio, o enredo é muito interessante, o filme te prende até o final e como deve ser, o final é surpreendente (e confuso)!

O amigo oculto - David Callaway (Robert De Niro) é um homem que enviuvou recentemente, vivendo agora apenas com sua filha Emily (Dakota Fanning), de 9 anos. Emily cria um amigo imaginário chamado Charlie, com quem costuma brincar de esconde-esconde. Só que aos poucos Charlie se revela como alguém malvado e vingativo, o que ameaça a própria família Callaway.

É o tipo de filme que não dá para comentar sem soltar spoiler, por isso estou pisando em ovos. A atuação do Robert De Niro é esplendorosa, o filme prende sua atenção e te faz ficar com o coração na boca, principalmente quando descobre quem é o Charlie...

Paranóia - Kale (Shia LaBeouf) está sob prisão domiciliar por 3 meses, sendo que caso dê um passo além do perímetro de 30 metros irá para uma prisão de verdade. Desta forma ele vive em sua casa, jogando videogame, navegando pela internet, vendo TV e espionando as pessoas pela janela do seu quarto. Um dos seus alvos é Ashley (Sarah Roemer), sua linda vizinha que logo torna-se sua amiga e, para sua surpresa, também se interessa em espionar a vida alheia. Até que um dia eles passam a desconfiar que um dos vizinhos é na verdade um assassino.

É um suspense do tipo "adolescente", mas muito bom, principalmente pelos sustos que proporciona. A grande questão do filme é se o vizinho é ou não um assassino. 

Temos vagas - David (Luke Wilson) e Amy (Kate Beckinsale) estão prestes a se separar e vivem brigando. Eles estão em meio a uma viagem, numa estrada deserta e escura, até que são obrigados a passar a noite num motel de beira de estrada. O gerente do local é Mason (Frank Whaley), um homem estranho mas aparentemente inofensivo. Após se alojarem no quarto, David e Amy encontram em um esconderijo uma coleção de filmes caseiros, que têm muito sangue e são bem realistas. Até que percebem que estão alojados no mesmo quarto onde os vídeos foram filmados e que são as próximas vítimas do cineasta.

É desesperador quando o casal descobre que são os próximos a morrer e que estão presos naquele motel, tendo que lutar pela sobrevivência. Os sustos e momentos de tensão são a melhor parte do filme.

Triângulo do medo - Quando Jess embarca em um veleiro com um grupo de amigos para o alto mar, ela tem o pressentimento de algo está errado. Sua suspeita se realiza quando eles vão parar no meio de uma tempestade e para sobreviverem, todos são forçados a embarcar em um misterioso e aparentemente desocupado transatlântico. Ao caminhar pelos corredores, Jess tem a sensação de que já esteve no local antes e repara que o relógio do navio está parado. Estranhas coisas começam a acontecer e eles percebem que não estão sozinhos: alguém está caçando-os, um por um, e Jess, sem saber, está com a chave para encerrar todo esse terror.

Como eu costumo dizer, quando estou entre amigos e acho algo confuso, esse filme é muito "brisado", mas ótimo, recheado de mistério. É o tipo de filme que deixa à mercê do expectador concluir o final. Na internet existem várias explicações, mas a mais provável é que o filme se trate de um limbo temporal, onde os fatos ficam se repetindo e se repetindo e se repetindo, até que a personagem principal faça a coisa certa. Mas aparentemente ela não faz, afinal o final do filme é desastroso...ops...

Aprisionados - Um casal está em fuga da polícia após cometerem um crime. Eles decidem fazer um homem em refém e o levam para sua própria casa. Porém, o que eles não sabiam, era que o homem sequestrado possuía um passado obscuro nas costas, o que coloca os três em um jogo de poder, sedução e medo.

O mesmo que falei para "O amigo oculto" serve para "Aprisionados". Não tem como falar do filme sem soltar spoilers. O que posso adiantar é que o filme te prende, os atores são bons e o final é surpreendente, do tipo que você fala "Ai meu Deus, não pode ser".

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